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Opinião

Morte: a visão espírita (parte III)

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União Espírita
Por União Espírita
Foto Divulgação

Suicídio

A morte não deve ser provocada!

Transcrevemos aqui um parágrafo de uma das obras de Donizete Pinheiro a propósito:

Nunca, em hipótese alguma, seja qual for a dificuldade ou a situação. Nunca, mesmo! Nunca se permita o pensamento, o desejo de tirar a própria vida. ”

O suicida deixa atrás de si um rastro de tristeza de difícil superação!

A vida é uma dádiva para nossa existência como Espírito em evolução. Eis a mensagem contida na questão 944 de O Livro dos Espíritos:

“944 – Tem o homem o direito de dispor da sua vida?

“Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei. ”

A consequência para quem burla essa lei é um profundo desapontamento. Suas aflições, suas angústias não estarão abrandadas.

Já dissemos: o Espírito é eterno; a vida continua.

Informações trazidas por espíritos que tiveram essa decisão, dão conta de seu arrependimento. A dor ao ver o sofrimento dos que ficam é avassaladora; a percepção do desperdício da existência causa um sofrimento indizível; e tem a prova: a certeza de que a vida continua no além-túmulo.

Eutanásia

E quanto à eutanásia, igual interpretação recebemos dos Benfeitores, na questão 953 da obra citada.

 “É sempre culpado aquele que não aguarda o termo que Deus lhe marcou para a existência. E quem poderá estar certo de que, malgrado as aparências, esse termo tenha chegado; de que um socorro inesperado não venha no último momento? ”.

Noticiários já registraram casos em que o indivíduo após longos anos em estado de coma, retomam sua consciência e continuam sua jornada terrena.

 

Partida de Entes Queridos

Diz-se “partida” e não “perda”, pois não os perdemos. Eles estão em outro plano, aguardando nossa chegada.

Podemos utilizar aqui a imagem de um barco que se afasta da costa, como o espírito que sai desse mundo.

No outro lado, espíritos amigos e familiares que já estão no plano espiritual o aguardam felizes.

Aqui, seus amados choram pela partida; no outro lado, aqueles que lhe foram caros, o aguardam com ansiedade.

 

(Próximo Tema: Morte: a visão espírita - parte IV)

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