Suicídio
A morte não deve ser provocada!
Transcrevemos aqui um parágrafo de uma das obras de Donizete Pinheiro a propósito:
“Nunca, em hipótese alguma, seja qual for a dificuldade ou a situação. Nunca, mesmo! Nunca se permita o pensamento, o desejo de tirar a própria vida. ”
O suicida deixa atrás de si um rastro de tristeza de difícil superação!
A vida é uma dádiva para nossa existência como Espírito em evolução. Eis a mensagem contida na questão 944 de O Livro dos Espíritos:
“944 – Tem o homem o direito de dispor da sua vida?
“Não; só a Deus assiste esse direito. O suicídio voluntário importa numa transgressão desta lei. ”
A consequência para quem burla essa lei é um profundo desapontamento. Suas aflições, suas angústias não estarão abrandadas.
Já dissemos: o Espírito é eterno; a vida continua.
Informações trazidas por espíritos que tiveram essa decisão, dão conta de seu arrependimento. A dor ao ver o sofrimento dos que ficam é avassaladora; a percepção do desperdício da existência causa um sofrimento indizível; e tem a prova: a certeza de que a vida continua no além-túmulo.
Eutanásia
E quanto à eutanásia, igual interpretação recebemos dos Benfeitores, na questão 953 da obra citada.
“É sempre culpado aquele que não aguarda o termo que Deus lhe marcou para a existência. E quem poderá estar certo de que, malgrado as aparências, esse termo tenha chegado; de que um socorro inesperado não venha no último momento? ”.
Noticiários já registraram casos em que o indivíduo após longos anos em estado de coma, retomam sua consciência e continuam sua jornada terrena.
Partida de Entes Queridos
Diz-se “partida” e não “perda”, pois não os perdemos. Eles estão em outro plano, aguardando nossa chegada.
Podemos utilizar aqui a imagem de um barco que se afasta da costa, como o espírito que sai desse mundo.
No outro lado, espíritos amigos e familiares que já estão no plano espiritual o aguardam felizes.
Aqui, seus amados choram pela partida; no outro lado, aqueles que lhe foram caros, o aguardam com ansiedade.
(Próximo Tema: Morte: a visão espírita - parte IV)