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Saúde

Erechim registra mais de 70 casos de caxumba

Diretor da Vigilância em Saúde, Theodoro Tedesco Neto, destaca que não há motivos para pânico e que medidas simples podem evitar avanço da doença

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Febre e dores de cabeça são alguns dos sintomas
Por Redação
Foto Divulgação

Na manhã de ontem (17), o diretor do setor de Vigilância em Saúde, Theodoro Tedesco Neto, declarou que o município de Erechim registra uma espécie de surto de caxumba. Segundo ele, o aumento no número de casos da doença iniciou em agosto e até o momento, são 72 registrados. As possíveis razões apontadas pelo diretor, é que a doença tenha sido trazida de outro país, considerando que o surto iniciou supostamente na região Sul. "Também há os que não foram notificados. Sabemos do movimento que existe no porto de Rio Grande, isso pode estar relacionado ao alto índice da doença nos últimos tempos", pontua.

Conforme a vigilância, é importante fazer o "cercamento da doença" e impedir que haja transmissão". Segundo Tedesco, a tendência é de que o número de casos diminua a partir de agora, com as altas temperaturas.

 

Sintomas

A caxumba tem um período de incubação de duas ou três semanas. Seus primeiros sintomas são febre, calafrios, dores de cabeça, musculares e ao mastigar ou engolir, além de fraqueza. Uma das principais características da doença é o aumento das glândulas salivares próximas aos ouvidos, que fazem o rosto inchar. Conforme a Fiocruz, nos casos graves, a caxumba pode causar surdez, meningite e, raramente, levar à morte. Após a puberdade, pode causar inflamação e inchaço doloroso dos testículos nos homens ou dos ovários nas mulheres e levar à esterilidade. Por isso, é necessário redobrar a atenção nestes casos e ter acompanhamento médico.

 

Prevenção

Ainda de acordo com a Fiocruz, a melhor maneira de evitar a caxumba é através da vacinação aos 12 e 15 meses de vida. Caso uma pessoa seja afetada, ela deve evitar o contato com outras pessoas. É preciso, ainda, desinfectar os objetos contaminados como secreções do nariz, da boca e da garganta do enfermo. A vacinação de bloqueio é recomendada para quem manteve contato direto com pessoas doentes.

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