Compulsão alimentar pode ser entendida como um distúrbio, onde o indivíduo come sem ao menos sentir fome. Muitos sofrem esse tipo de situação, mas desconhecem seu real significado. A falta de conhecimento gera drásticos malefícios à saúde dos brasileiros.
Tais problemas estão longe de terminar. A maioria afirma que isso é relacionado à saúde física. E quanto à saúde mental, ela não está atrelada ao processo?
Estima-se que, segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, 70 milhões de pessoas no mundo apresentam algum transtorno alimentar. Quase sempre, os problemas estão ligados ao estresse, ansiedade ou, até mesmo, à depressão. Porém, para amenizar esse sentimento torna-se mais fácil descontar na comida, ao invés de procurar ajuda em meio ao século do julgamento. Isso é visto no longa-metragem "A Baleia”, no momento em que o personagem principal Charlie, ao brigar com a filha, ingere alimentos compulsivamente, ao contrário de desabafar sobre o que sente.
Infelizmente, as cenas apresentadas no filme não estão apenas em cenário ficcional, uma vez que, em nossa realidade, os problemas enfrentados por Charlie são mais comuns do que parece.
Todos estão propícios a serem afetados. No entanto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os mais vulneráveis são jovens-adultos, justamente por estar em ambientes mais conturbados, prejudicando seu estado emocional.
Sendo assim, a preocupação com a saúde física deve estar interligada à saúde mental. Por isso, deixar o egoísmo de lado, procurar ajuda, praticar empatia e abordar o tema com maior frequência ajudará muitas pessoas que sofrem com a dificuldade, bem como servirá de orientação para a população. Assim questiona-se: Até onde o nosso cérebro pode nos levar?