Uma cidade inteligente não pode ser medida apenas pela sua capacidade tecnológica. Uma cidade inteligente tem de saber interpretar textos.
Uma cidade inteligente, lê bons livros.
Uma cidade inteligente, as crianças precisam de escola de qualidade.
Uma cidade inteligente, valoriza a cultura.
Uma cidade inteligente, perpetua a história.
Uma cidade inteligente, preserva seus monumentos.
Uma cidade inteligente não pode ser escrita apenas em inglês “smart city”.
Uma cidade inteligente é muito além das facilidades da rede mundial de computadores.
Uma cidade inteligente passa pelo pertencimento do que é nosso, e o que as gerações passadas construíram.
Uma cidade inteligente, fundamentalmente exige dos gestores públicos, algo a mais, um olhar apurado no seu entorno.
Uma cidade inteligente, provoca o próximo a ter empatia.
Uma cidade inteligente, possui grandes projetos culturais, que nada mais é que ‘bem-querer’.
Uma cidade inteligente, é desafiar os gestores para o que é a essência da população: sua história.
Uma cidade inteligente (smart city), para ser eficiente, conectada e sustentável, jamais pode perder sua ternura.