Dando seguimento ao primeiro artigo do título acima, cito hoje um exemplo sobre Educação vindo do Japão. Diz a notícia que os japoneses lançaram um “Novo Sistema Educacional”, considerado revolucionário. Querem preparar as crianças e os jovens para ser “cidadãos do mundo”, para isto prepararam o seguinte currículo, que resumo:
- Aritmética de negócios;
- Leituras;
- Cidadania;
- Computação;
- Idiomas.
O resultado: Os alunos serão especialistas em computação, terão lido 52 livros por ano, serão respeitadores das leis, da ecologia, da ética, da convivência, saberão lidar com matemática de negócios e finanças. Um jovem aos 18 anos falará quatro línguas, conhecerá quatro culturas e quatro alfabetos.
Quanto mais se sabe sobre a Educação no primeiro mundo, mais indignados e inconformados ficamos com a nossa.
Conforme dados de institutos de pesquisa desde 2019 a 2021 o nível de estudantes de 6 e 7 anos que não sabem ler e escrever aumentou 66,3%. Outro dado mostra que alunos do 3º ano do ensino médio da rede pública tiveram aprendizagem de 5,2% em matemática, contra 41,3% dos alunos da rede privada.
Declarações de “especialistas” afirmam que alunos da rede pública não aprendem por que são pobres.
Aqui no Brasil a engrenagem que movimenta a máquina pública da Educação está nas mãos de sindicatos que não aceitam mudanças, como a avaliação do desempenho de professores, a meritocracia, ...
Alguém ligado à Educação sabiamente disse: “O desastre da pandemia é a continuação do desastre da nossa educação estatal”.
Enquanto isso, cá em Pindorama, em se omitindo, tudo fracassa!
Viva a lanterna de Diógenes!
Membro da Acadêmica Erechinense de Letras