O que acontece com o espírito após a morte (continuação)
“O despertar no além é o resultado natural de como se adormeceu, ” conclui Divaldo.
Esse despertar tranquilo, suave, é consequência do sentido que o cidadão dá à vida.
Como já afirmava Divaldo, não podemos escapar de três coisas da vida: a morte, a culpa e o sofrimento.
A morte, por vezes, interrompe projetos nesse mundo terreno. Porém, ao retornar à pátria espiritual, dá seguimento aos projetos que ficaram pendentes naquela esfera existencial por ocasião da reencarnação.
Dizer que “perdemos” um ser querido que retorna ao Mundo Espiritual é ter uma visão materialista.
Divaldo sugere usar outros termos como: morte, falecimento, desencarnação.
Afinidades no plano espiritual
Habituado aos sentidos orgânicos (tato, olfato, visão, audição, paladar), resultante de sua existência terrena, o indivíduo vê-se em outra realidade e pode, por algum tempo, sentir a necessidade da utilização desses sentidos.
Essa mudança de plano (terreno para espiritual), obriga-o a novos hábitos, realidade que pode gerar instabilidade emocional.
Na questão de número 148, Emmanuel, em O Consolador, traz importantes informações sobre o que pode ocorrer com o desencarnado.
A alma do desencarnado procura seus afins, assim como na Terra procura aqueles que compartilham dos mesmos interesses.
Os agiotas, os corruptos, os políticos, os comerciantes, os atletas e assim por diante.
O objetivo dessa busca é dar continuidade ao que era, ou fazia quando encarnado.
Assim também ocorre com os viciados de todo gênero, que procuram saciar seus desejos fixando-se em alguém encarnado que esteja na mesma faixa vibratória de interesse, ocasionando perturbações a ambos, encarnados e desencarnados. O que se conhece por obsessão.
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