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Opinião

Morte: A visão espírita (Parte VI)

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União Espírita
Por União Espírita
Foto Divulgação

O que acontece com o espírito após a morte (continuação)

“O despertar no além é o resultado natural de como se adormeceu, ” conclui Divaldo.

Esse despertar tranquilo, suave, é consequência do sentido que o cidadão dá à vida.

Como já afirmava Divaldo, não podemos escapar de três coisas da vida: a morte, a culpa e o sofrimento.

A morte, por vezes, interrompe projetos nesse mundo terreno. Porém, ao retornar à pátria espiritual, dá seguimento aos projetos que ficaram pendentes naquela esfera existencial por ocasião da reencarnação.

Dizer que “perdemos” um ser querido que retorna ao Mundo Espiritual é ter uma visão materialista.

Divaldo sugere usar outros termos como: morte, falecimento, desencarnação.

Afinidades no plano espiritual

Habituado aos sentidos orgânicos (tato, olfato, visão, audição, paladar), resultante de sua existência terrena, o indivíduo vê-se em outra realidade e pode, por algum tempo, sentir a necessidade da utilização desses sentidos.

Essa mudança de plano (terreno para espiritual), obriga-o a novos hábitos, realidade que pode gerar instabilidade emocional.

Na questão de número 148, Emmanuel, em O Consolador, traz importantes informações sobre o que pode ocorrer com o desencarnado.

A alma do desencarnado procura seus afins, assim como na Terra procura aqueles que compartilham dos mesmos interesses.

Os agiotas, os corruptos, os políticos, os comerciantes, os atletas e assim por diante.

O objetivo dessa busca é dar continuidade ao que era, ou fazia quando encarnado.

Assim também ocorre com os viciados de todo gênero, que procuram saciar seus desejos fixando-se em alguém encarnado que esteja na mesma faixa vibratória de interesse, ocasionando perturbações a ambos, encarnados e desencarnados. O que se conhece por obsessão.

Próximo Tema: Morte - A visão espírita (final)

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