Acompanho a carreira política do prefeito Paulo Polis, desde as eleições de 2004, quando falavam nas ruas que um cara da Caixa seria o mais votado para vereador. Abertas as urnas foi o mais votado, naquela eleição.
Depois queria concorrer a prefeito, com apoio do MDB. Todos achavam algo impossível de acontecer. Mas aconteceu. Foi eleito para seu primeiro mandato a prefeito em 2008, e depois se reelegeu em 2012.
Retornou para concorrer novamente a prefeito em 2020. Mas antes das convenções partidárias, já tinha fechado com seu vice, Flávio Tirello, um novo nome que estava despontando na política, que poderia ser seu adversário, virou aliado. Venceu com 58% dos votos, muito mais que todos os outros três candidatos juntos. Venceu no ‘atar’.
No próximo ano, em 2024, buscará a reeleição em busca do quarto mandato. E faltando pouco mais de 15 meses para as eleições, já está ‘atado’ com vários partidos, inclusive trabalhando com plano de governo. As vitórias não vêm por acaso, vem no ‘atar’ e no pragmatismo do atual prefeito, mesmo não sendo unanimidade. São as diferenças da política profissional e a política paroquial.