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Saúde

Dia Mundial da Saúde e Nutrição

Data é lembrada em 31 de março e profissional orienta sobre como mudar os hábitos e levar uma vida mais saudável

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Daniele Pieroz, nutricionista
Por Ragnara Zago
Foto Arquivo Pessoal

Nesta sexta-feira, (31), é comemorado o Dia Nacional da Saúde e Nutrição. A data foi criada para discutir práticas de políticas públicas que incentivem a boa nutrição e ressaltem a importância da redução de sal, açúcar, do excesso de ingestão de fast food e de alimentos industrializados e também uma forma de alertar sobre a obesidade.

“Os hábitos alimentares são fundamentais para termos uma boa qualidade de vida, para viver mais e melhor, bem como proporcionar mais prazer e felicidade aos nossos dias. Eles estão interligados com aumento do sucesso, uma vez que a pessoa se sente mais capaz, disposta e feliz, consegue render muito mais na carreira e ter uma vida com mais significado”, aponta a nutricionista Daniele Pieroz, de Erechim.

Necessidades individuais

Conforme a profissional, para reprogramar a alimentação, fazendo boas escolhas e introduzindo uma atividade física no dia a dia e rotina é necessário passar por alguns processos. “Primeiro, é necessário entender as necessidades individuais do nosso corpo e mente, não necessariamente com uma restrição alimentar. Podemos comer de tudo sem viver ‘em uma bolha’ e comer apenas alimentos saudáveis. Precisamos aprender a controlar a frequência e a quantidade dos alimentos que nos trazem prazer”, sugere.

Planejamento

Outra questão importante, segundo Daniele, é o planejamento. “Quando sei o que comer, fica mais fácil ir ao mercado e condicionar o ambiente com alimentos saudáveis. O mesmo vale para a atividade física: se sei que é importante fazer, então me programo para realizar em um horário confortável e que não atrapalhe minha rotina. Não precisa começar indo pra academia cinco vezes por semana. Comece aos poucos e crie o hábito de uma forma leve”, pontua.

Mudança de comportamento         

Por meio das experiências vivenciadas pelos pacientes que optam pela qualidade de vida e saúde do corpo, a nutricionista expressa que o mais importante é a mudança de comportamento. “Para que isso aconteça, é necessário primeiro mudar o pensamento e a restrição alimentar nunca irá ajudar com isso, muito pelo contrário. A chave é uma reeducação alimentar individualizada para cada paciente.  As principais diferenças além do peso, estão na qualidade de vida, no humor, disposição ao longo do dia, melhora da autoestima e satisfação pessoal”, finaliza.

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