“Não nos deixes entregues à tentação, mas livra-nos do mal”
Somos espíritos imperfeitos em constante aprendizado e evolução, suscetíveis de sermos influenciados por espíritos inferiores.
Devemos também fazer a nossa parte:
- elevando-nos em prece, contribuindo assim, para o afastamento do mal;
- vigiando nossos atos e pensamentos, com uma vontade inabalável de seguir o bem.
Ao pedirmos para nos livrar do mal, significa um pedido a Deus para que nos ampare quando nossas forças fraquejarem, inspirando-nos através de nossos benfeitores espirituais (anjos da guarda), “...a vontade de nos corrigirmos de nossas imperfeições, a fim de fecharmos aos Espíritos impuros, o acesso à nossa alma”.
O mal está em nós mesmos (pensamentos viciosos, pensamentos inferiores) os quais são a porta aberta para suas influências.
Devemos ter determinação e elevada moral, “...vontade na bem e absoluta renúncia ao mal. ”
“Assim seja”
É como se disséssemos: Senhor, que os nossos desejos se cumpram, mas nos inclinamos diante da tua sabedoria infinita.
Sobre todas as coisas que não nos é dado compreender, que seja feito segundo “...a tua santa vontade, e não a nossa, pois somente queres o nosso bem e sabes melhor do que nós o que nos convém”.
“Para todos suplicamos a tua misericórdia e a tua bênção. ”
Finalização
Nossa eterna gratidão a Deus, pela vida, por tudo que temos, por tudo que somos, por Sua proteção.
Aguardamos pacientes que Sua vontade se cumpra e que possamos ser merecedores da assistência de nossos Benfeitores Espirituais.
Que seja feita a tua vontade, “... assim na Terra como no Céu”.
(Próximo tema: Páscoa: a visão espírita)