“Seja feita a tua vontade, assim na Terra, como no Céu! ”
Sentimento de submissão ao Criador e às suas Leis.
Como citado em O Evangelho Segundo o Espiritismo, “Fazer a tua vontade, Senhor, é observar as tuas leis e submeter-se, sem queixumes, aos teus decretos divinos. O homem a ela se submeterá, quando compreender que és a fonte de toda a sabedoria e que sem ti, ele nada pode. Então ele fará a tua vontade, na Terra, como os eleitos a fazem no Céu. ”
“O Pão nosso de cada dia, dá-nos hoje. ”
Dizendo isso, pedimos a Deus para nos dar o alimento para o corpo e o “alimento espiritual”.
É através de nosso próprio esforço e trabalho (material ou intelectual) que obteremos nosso sustento.
E é através de nossa evolução moral que fortaleceremos nosso espírito.
“Perdoa as nossas ofensas, assim como perdoamos aos que nos ofendem. ”
As transgressões às Leis Divinas, constituem-se numa ofensa a Deus e como nos lembra Kardec, é “...uma dívida contraída que, cedo ou tarde, teremos de saldar”.
Para elas solicitamos o perdão de Sua infinita misericórdia, “...sob a promessa, que te fazemos, de nos esforçarmos para não contrair novas dívidas”.
Em Mateus, Capítulo 18, versículos 21 e 22, ao ser inquirido por Pedro, sobre quantas vezes ele deveria perdoar seu ofensor, Jesus afirmava: não apenas sete, mas setenta vezes sete!
E, em Lucas, Capítulo 6, versículo 29, Ele ensinava:
“Ao que te bate em uma face, oferece também a outra”.
O OUTRO LADO DA FACE a que se referia Jesus, É O PERDÃO!
Na questão 886, quando Kardec pergunta sobre o verdadeiro sentido da caridade, os Espíritos respondem:
“Benevolência com todos, indulgência para com as imperfeições alheias, PERDÃO DAS OFENSAS”.
Aos que nos ofenderam, não devemos maldizer ou alimentarmos desejo de vingança.
“Com que direito reclamaríamos a tua indulgência, se nós mesmos não a aplicamos em relação àqueles de quem nos queixamos?”
(Próximo tema: A Oração Dominical-Parte Final)