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Segurança

Acusado de tentar assassinar a esposa em Aratiba será julgado amanhã

Crime ocorreu no dia 7 de dezembro de 2012, na Rua Quinze de Novembro em Aratiba

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Foto: Leandro Zanotto/ArquivoBD
Por Leandro Zanotto jornalismo@jornalbomdia.com.br

Nesta quinta-feira (11), a partir das 9h20, o Tribunal do Júri de Erechim julgará o réu João Carlos Smaniotto, acusado de tentar assassinar a tiros a ex-esposa, Adriana Cristina Smaniotto, no dia 17 de dezembro de 2012, na Rua Quinze de Novembro, região central de Aratiba.

De acordo com a denúncia apresentada pelo Ministério Público, no dia do crime o réu convenceu a vítima que se encontrava na casa de uma vizinha, a acompanhá-lo até a sua residência. Ao entrarem, Smanionotto, teria trancado a porta e empurrando a ex - esposa contra a parede, sacando da cintura um revólver, com o tentou efetuar disparos. Por fim, ele teria imobilizado a vítima pelo pescoço e deferido um disparo em seu rosto, fugindo posteriormente.

Conforme a denúncia o réu agiu por motivo torpe, torpe, pois cometeu o crime em razão do sentimento de posse em relação à ex-esposa, que se negava a reatar o relacionamento conjugal. O documento também aponta que Smaniotto, a praticou o crime mediante dissimulação, disfarçando ação criminosa quando a vítima a acreditar que estava segura na sua companhia. Além de utilizar o recurso que dificultou a defesa da vítima. O réu também foi enquadrado na Lei Maria da Penha, pela violência contra mulher. 

Enquanto aguardava julgamento o réu ficou internado em uma clínica psiquiátrica particular.

Legitima Defesa

Em seu depoimento o réu confirmou ter atirado na ex - esposa, mas por legítima defesa.“Quando nós entramos na casa, eu sentei no sofá e ela, eu achei que ela ia fazer um café, em vez ela pegou a arma e veio para cima de mim, dizendo que ia me matar porque eu tinha arrumado outra, quando ela levou a arma para apontar para mim, eu levei a mão assim, contra ela e disparou a arma, a arma caiu, eu ajuntei a arma e sai correndo”, destaca.

A defesa do réu será feita pelo advogado, Jorge Lisboa Goelzer, acusação estará a cargo do promotor Gustavo Burgos de Oliveira, e a sessão será presidida pelo Juiz Marcos Luiz Agostini. 

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