Parado à noite, em frente à Prefeitura de Erechim, bem iluminada, que passou recentemente por uma reforma (na antiga gestão), bonita e imponente símbolo de poder, vivi um momento de euforia e frustração. Frustração, pois nas minhas contas, separadas por uma praça, a nossa história (Castelinho), como a história do patinho feito, está lá, isolado, sozinho, jogado a qualquer sorte.
Numa data, de sentimentos aflorados, meu maior desejo para o próximo ano é a valorização de nossa história.