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Segurança

Paralisação: Braços cruzados na frente das delegacias

Braços cruzados na frente das delegacias

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Foto: Leandro Zanotto
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Por Leadro Zanotto jornalismo@jornalbomdia.com.br
Foto Leandro Zanotto

Policiais Civis pararam atividades nesta quinta-feira em Erechim

Escrivães, inspetores e investigadores de Policia Civil de Erechim, paralisaram suas atividades nesta quinta-feira (4).  O grupo que se reuniu na frente da Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA), protestou pelo parcelamento dos salários de servidores estaduais e falta de efetivo nas delegacias da região.

 

 

De acordo com o representante do Sindicato dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Ugeirm), Cassiano Estevan, objetivo da paralisação não é afetar a comunidade e sim mostrar as dificuldades pelo que os policiais vêm passando diariamente para exercer seu trabalho. “Apesar da paralisação os Atendimentos crimes homicídios, latrocínios, furtos vão continuar sendo registrados e atendidos aqui em Erechim, pelo menos este é acordo que fizemos nosso objetivo não é jogar a sociedade contar nós e sim chamar atenção da sociedade para este problema”, destaca.

Conforme Estevan, entre as principais revindicações da categoria para paralisação estão além do parcelamento dos salários, melhores condições de trabalho para poder realizar um bom atendimento.  “Na nossa região a nossa maior preocupação é a defasagem de efetivo, algumas delegacias já estão tendo que fechar as portas, pois os servidores estão se aposentando e não estão sendo substituídos por outros”, destaca o policial.   

Participaram do movimento dando apoio aos policiais civis representantes da Brigada Militar.

Operação Padrão

Segundo o representante do Ugeirm a paralisação será mantida apenas nesta quinta-feira (4), com atividades retornando ao normal nesta sexta-feira (5). Já o final da Operação Padrão, em que os policiais deixam de fazer flagrantes, por exemplo, não tem um prazo para finalização. “Vamos nos reunir nos próximos dias com o sindicato para ver até quando deve durar esta mobilização”, finaliza Estevan. 

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