No decorrer da existência dificilmente as pessoas irão imaginar (saber), o que realmente vivenciamos o quanto lutamos, fomos felizes, amamos, choramos, rimos...
Assim talvez, um número reduzido poderá pensar e saber quem realmente somos, pois, a lógica é uma percepção através dos próprios filtros.
Quando estamos imersos na caminhada preocupados com os resultados nos comparamos menos com os outros, e nos livramos das expectativas alheias.
Para o escritor James Hollis “tudo o que nos pede a vida, é que sejamos fiéis aos nossos sonhos.
Seguindo por essas entrelinhas, é fácil perceber que a nossa verdade não é imitar, nem se encaixar na vida do outro; uma vez que só nós somos conhecedores dos nossos sentimentos e desejos mais profundos.
Nessa caminhada muitas vezes nos perguntamos até que ponto “sacrificamos” o outro em nome das nossas realizações?
As verdadeiras realizações nos remetem a “voltar o olhar” as adversidades alheias sem se deixar contaminar por elas; lembrando que palavras são importantes, mas ações farão a diferença.
Quando seguimos a voz do coração a vida flui, e as escolhas se tornam brandas.
Não ter que decidir, pautada no julgamento dos outros nos permite plena leveza no percurso da jornada.
Paz e bem!