Esporadicamente escrevo sobre o Castelinho, para que o nosso maior símbolo não caia no esquecimento. As ações de governo são muito tímidas para uma solução definitiva para os problemas que ele (o Castelinho) vem enfrentando ao longo de muitos anos. Boa vontade vejo muita, mas ação muito pouca.
Dificuldade de levantar valores
Por se tratar de uma obra de restauro, com mão de obra qualificadíssima, é natural que os valores a serem investidos sejam elevados. O setor público tem dificuldade de levantar esses valores, para fazer uma obra completa. Desta forma, o que é feito (de tempo em tempo), acaba não surtindo efeito, pois se deteriora. O projeto tem que ser global, completo, único.
Maneira de gerir precisa ser repensada
Talvez o Castelinho precise ser pensado além do município. Repensar a maneira de geri-lo, antes que caia e fique apenas na memória. Quem sabe criar um instituto ou uma fundação, com conselhos (formados por entidades representativas) para deliberar e buscar recursos, com apoio da prefeitura, mas com atuação independente para agilizar os serviços, fazer um plano de ocupação e o principal, devolver o Castelinho para a comunidade.
Uma ideia para amadurecer
Uma ideia para amadurecer. Tenho certeza que muitas entidades não se furtariam em ajudar a preservar nosso patrimônio histórico. Erechim não nasceu do nada, e sim da Comissão de Terras que funcionava no Castelinho.