O juiz Marcos Luiz Agostini, titular da 1° Vara Criminal de Erechim, negou na última semana a solicitação de soltura solicitada pela defesa de Lisiane Ribeiro da Silva e Mara Beatriz Ribeiro da Silva, mãe e filha, suspeitas de assassinarem a jovem Patrícia Aparecida de Camargo Bolis (20), por estrangulamento na tarde do dia 23 de fevereiro, no Bairro Linho, em Erechim. Segundo o magistrado a prisão foi mantida com base no requisito de se manter a ordem pública e para não ativar um sentimento de impunidade da população neste caso.
O advogado defesa das suspeitas, João Cristóvan Zanin Zanella, informou que nesta semana deve ingressae no Tribunal de Justiça em Porto Alegre, com uma liminar para que Lisiane e Mara possam responder o processo em liberdade. "O tempo para a resposta neste caso dependerá de algumas situações. A primeira será o caso de um desembargador avaliar esta possibilidade o que é difícil de acontecer, mas se for demora aproximadamente três dias. A outra é ir para uma sessão de julgamento na câmara o que pode levar até 20 dias", resaltou.