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Cultura

Tradicionalismo: CTG Espora de Prata celebra 44 anos

Sem realizar eventos desde do inicio da pandemia entidade marcou a data com uma exposição

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De acordo com patrão e um dos fundadores entidade, Antônio Zeca Gomes Samuel, objetivo foi não deixa
Por Leandro Zanotto
Foto Divulgação

As margens da BR-153 o pequeno prédio de madeira e alvenaria se mantem ao longo do tempo para preservar a cultura gaúcha.  O CTG Espora de Prata, celebrou no início desta semana 44 anos. Sem poder realizar atividades culturais devido a pandemia. A entidade tradicionalista que surgiu em uma roda de chimarrão entre amigos que compartilhavam o mesmo apreço pela tradição, realizou uma pequena exposição em sua parte frontal.

Não deixar passar o momento em branco

De acordo com patrão e um dos fundadores entidade, Antônio Zeca Gomes Samuel, objetivo foi não deixar passar o momento em branco. “Tem sido tempos difíceis, estamos muitas vezes puxando do próprio bolso para não fechar as portas do CTG. Mesmo assim acredito que seja importante celebrar essa data que faz parte da nossa história. Foi um ato pequeno, com alguns amigos e pessoas da patronagem”, pontuou.

Prejuízos financeiros e culturais

Segundo Antônio Zeca o CTG precisou interromper suas atividades no início da pandemia. “Tivemos que cancelar desde dos jantares, almoços até os cursos de dança, foi um prejuízo muito grande não só financeiro, mas para a cultura”, destacou.

 

Previsão do Retorno

Conforme o patrão a previsão de retorno das atividades, ainda com público reduzido é no mês de novembro. “Estamos concluindo algumas reformas, temos uma data prevista, mas ainda não está certo, por que estamos aguardando o parecer de retorno das autoridades sanitárias e sabemos que não podemos arriscar pois é a saúde das pessoas”, explicou.

 

Trabalho Voluntário

Samuel, também ressaltou a importância do trabalho voluntário que tem mantido o CTG. “Sempre contamos com apoio da comunidade e agora mais uma vez essa ajuda tem sido fundamental para seguirmos com nossas atividades, pois não temos dinheiro para pagar as reformas por exemplo que estão sendo realizadas por voluntários. Nossa esperança é que em 2022 tudo se resolva a volte a normalidade, para seguirmos fazendo o que amamos”, finalizou. 

 

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