Previsão completa
Neivo Zago, especialista em Língua Inglesa (Unisinos) e mestre em Línguística (UFSM). Professor de português e de inglês desde 1974, ininterruptamente.
Lecionou em escolas estaduais e particulares (curso de inglês). Atualmente trabalha na URI.
É colaborador assíduo escrevendo às sextas-feiras sobre assuntos gerais, específicos e temas do cotidiano.
Eu sou o asfalto. Quem não me conhece? Quem por mim não transita ou alguma vez já transitou e sentiu leveza e comodidade? Eu sou sinal do progresso; acelero o transporte; facilito as ligações entre as cidades e encurto distâncias entre comunidades
O futebol é um exemplo de emoção que nem mesmo a tentativa de usar as palavras mais precisas consegue explicar. Neste esporte, “se empate, se perde e se ganha”. Muitas vezes pequenos detalhes fazem a diferença e em outras a lógica não conta. Por essas e outras é que o tornam sui generis. Até o apito final tudo pode acontecer.
O sábado passado, dia doze, é daqueles dias malogrados que merecem ser esquecido. Talvez a única exceção, positiva se constitui na expectativa do dia das mães, uma das datas mais significativas do calendário civil.
É sempre bom ser testemunha presencial e ocular de comemorações alusivas a datas tão significativas como cinquentenários e centenários e por que não, de uma escola quarentona. Na distante data de 12 de abril 1978 surgia em Erexim uma instituição, referência para a época, por sua estrutura voltada ao ensino básico e à introdução às Técnicas Comerciais, Domésticas e Agrícolas, com equipamentos considerados excepcionais para aquele momento.
Quantas vezes ouvimos conversas, mesmo sem propósito e nem intenção de nos imiscuir no assunto e no interesse dos seus interlocutores. Isso acontece com bastante frequência, quer queiramos ou não. Basta estarmos expostos a ambiente onde existe aglomeração de pessoas, como em restaurantes. E foi exatamente em um desses espaços quando almoçava próximo a três senhoritas ocupando a mesa ao lado. E, durante a conversa uma fazia o seu desabafo, provavelmente falando de uma terceira pessoa, a que provavelmente lhe magoara. “Ela me encheu de lixo e me chamou de ignorante”, repetiu a magoada com alguma insistência, durante o papo com suas amigas.
Revendo meus escritos, alguns dos quais fazem parte do prelo do livro “Se não ficou nada, não valeu a caminhada”, (a ser lançado em outubro), deparo-me com: Erexim, eu te saúdo, (68º aniversário, publicado no DM. Chapecó, 06.05.86); Erechim, 70 anos, (DM. 30.04.88) e, Erechim, Terra da Gente, (DM. 30.04.93). São três de tantos escritos alusivos a aniversários do nosso torrão. Todos, de uma forma ou de outra continuam atualizados e, se hoje reeditados, não perderiam o seu contexto histórico.
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